quinta-feira, 17 de março de 2016

O PT É UM TROMBADINHA COMPARADO COM A REDE GLOBO!




O PARTIDO DOS TRABALHADORES (?), O LULA, A DILMA TAMPAX E TANTOS OUTROS ACUSADOS, SÃO TROMBADINHAS COMPARADOS COM A PAU MANDADO ESTADUNIDENSE REDE GLOBO! VEJAMOS AQUI ALGUMAS DAS TRAMBICAGENS QUE DEIXARIA SATANÁS COM INVEJA!

REDE GLOBO: A MAIOR LADRA DO BRASIL, MAS AMADA PELOS BRASILEIROS!

ANTES DE SAIR PROTESTANDO OS "TROCADOS" QUE O PT, A DILMA E O LULA ROUBARAM (E ROUBARAM MESMO!), PENSE QUE HÁ ALGUÉM ROUBANDO MUITO MAIS E VOCÊ NUNCA LEVANTOU UMA BANDEIRINHA DE PROTESTO: A REDE GLOBO!


O MENSALÃO GLOBO.

Denúncia: Rede Globo sonega impostos para sustentar ‘mensalão’ no Congresso. Jornalista teve acesso a investigação da Receita Federal que revela uma dívida de R$ 615 milhões ao contribuinte brasileiro. Valores são de 2006. "Alguém calcule o quanto isso dá hoje", sugere o jornalista
A Rede Globo de Televisão deve à Receita Federal um montante superior a R$ 180 milhões em impostos não recolhidos até 2006. Com juros e multas, a dívida com o Erário superava os R$ 600 milhões na época, segundo denúncia publicada nesta quinta-feira na página do jornalista Miguel do Rosário, editor do blog O Cafezinho. Rosário teve acesso a “uma investigação da Receita Federal sobre uma sonegação milionária da Rede Globo”. 

mensalão da globo sonegação
Um dos documentos que provam a dívida da Globo com o Erário brasileiro tornou-se público nesta quinta-feira
“Trata-se de um processo concluído em 2006, que resultou num auto de infração assinado pela Delegacia da Receita Federal referente à sonegação de R$ 183,14 milhões, em valores não atualizados. Somando juros e multa, já definidos pelo fisco, o valor que a Globo devia ao contribuinte brasileiro em 2006 sobe a R$ 615 milhões. Alguém calcule o quanto isso dá hoje” sugere o jornalista.
Leia a publicação a seguir
A fraude da Globo se deu durante o governo Fernando Henrique Cardoso, com uso de paraíso fiscal. A emissora disfarçou a compra dos direitos de transmissão dos jogos da Copa do Mundo de 2002 como investimentos em participação societária no exterior. O réu do processo é o cidadão José Roberto Marinho, CPF número 374.224.487-68, proprietário da empresa acusada de sonegação.
Leia também
O mensalão da Globo é generoso em documentos que provam sua existência. Mais especificamente, 12 documentos (publicados no artigo).
Uso o termo mensalão porque a Globo também cultiva seu lobby no Congresso. Também usa dinheiro e influência para aprovar ou bloquear leis. O processo correu até o momento em segredo de justiça, já que, no Brasil, tudo que se relaciona à Globo, a (Daniel) Dantas, ao PSDB, permanece quase sempre sob sete chaves. Mesmo quando vem à tona, a operação para abafar as investigações sempre é bem sucedida. Vide a inércia da Procuradoria em investigar a ‘privataria tucana’, e do STF em levar adiante o julgamento do ‘mensalão mineiro’.
Pedimos encarecidamente ao Ministério Publico, mais que nunca empoderado pelas manifestações de rua, que investigue a sonegação da Globo, exija o ressarcimento dos cofres públicos e peça a condenação dos responsáveis.
O sindicato nacional dos auditores fiscais estima que a sonegação no Brasil totaliza mais de R$ 400 bilhões. Deste total, as organizações Globo respondem por um percentual significativo.
A informação reforça a ideia de que o plebiscito que governo e congresso enviarão ao povo deve incluir a democratização da mídia. O Brasil não pode continuar refém de um monopólio que não contente em lesar o povo sonegando e manipulando informações, também o rouba na forma de crimes contra o fisco.

AS CORRUPÇÕES DA GLOBO NO FUTEBOL


247 – As investigações do Departamento de Justiça americano e do governo da Suíça sobre o escândalo de corrupção na Fifa, que sacudiram o mundo do futebol e levaram à prisão cartolas como o brasileiro José Maria Marín, envolvem transações comerciais em que a Rede Globo, da família Marinho, atua diretamente há décadas: a compra de direitos de transmissão de eventos esportivos nacionais e internacionais.
Segundo a polícia federal (FBI) e a receita federal americanas, as investigações na Fifa tiveram início por causa do processo de escolha das Copas do Mundo de 2018, na Rússia, e de 2022, no Catar, mas foi expandida para analisar os acordos da entidade nos últimos 20 anos.
A investigação atua em várias frentes. Sobre a compra dos direitos de transmissão o esquema funcionava basicamente assim: para ter contratos de direitos de transmissão de eventos organizados pela Fifa, como a Copa da Mundo ou Copa Libertadores, empresas de marketing esportivo pagavam propinas milionárias aos dirigentes da Fifa. De posse dos direitos de transmissão, as empresas revendia-os a grupos de comunicação do mundo todo. Só em relação aos direitos de transmissão da Copa América de 2015, 2019 e 2023, a Datisa, formada formada pela Traffic, do brasileiro J. Hawilla, e duas companhias sul-americanas, aceitou pagar US$ 352,5 milhões e mais US$ 110 milhões em propinas para os presidentes das federações sul-americanas. A Rede Globo comprou da Datisa os direitos de transmissão da Copa América no Brasil.
A empresa da família midiática mais rica do planeta não é citada nas investigações do FBI. Mas faz transações com a Fifa sobre transmissão de eventos esportivos desde o mundial de 1970. Em 2012, a Globo anunciou a compra dos direitos de transmissão das Copas do Mundo de 2018, na Rússia, e de 2022, no Catar. Os valores dos negócios não são divulgados oficialmente.
Na época do anúncio, o presidente das Organizações Globo, Roberto Irineu Marinho, comemorou a compra da transmissão dos mundiais. “Por mais de 40 anos, a Globo e a Fifa desenvolveram uma parceria muito frutífera, que trouxe ótimos resultados para ambas as partes. Durante todos estes anos, a Fifa conseguiu fazer do futebol o esporte mais popular, com um grande público em todo o mundo, e a Globo se sente orgulhosa de ser parte desta história. Por esta razão, nós estamos orgulhosos de prolongar esta parceria’, afirmou Marinho.
J. Hawilla, parceiro dos Marinho
Entre a Fifa e a Globo aparece um elo de ligação que é peça chave nas investigações de corrupção das autoridades americanas: o empresário José Hawilla, dono da Traffic Group, maior empresa de marketing esportivo da América Latina.
J. Hawilla, como gosta de ser chamado, confessou à Justiça dos EUA ser culpado pelos crimes de extorsão, fraude eletrônica, lavagem de dinheiro e obstrução da justiça - ele é o único brasileiro entre os réus confessos declarados culpados pela Justiça dos EUA. Ele se comprometeu a devolver US$ 151 milhões de seu patrimônio - US$ 25 milhões deste total já teriam sido pagos no momento da confissão. O mandatário da Traffic já foi classificado diversas vezes pela imprensa nacional como "dono do futebol brasileiro".
A ligação entre J. Hawilla e a família Marinho inclui a transmissão de eventos esportivos de peso. A Traffic teve exclusividade na comercialização de direitos internacionais de TV da Copa do Mundo da Fifa no Brasil, em 2014. A empresa de J. Hawilla é a atual responsável pelos direitos de torneios como a Copa Libertadores, cujo direito de transmissão foi comprado pela Rede Globo.
Além relações perigosas no futebol, Rede Globo e J. Hawilla têm parceria comercial também nas Comunicações. Ex-repórter da área de esportes, ele se tornou afiliado da Rede Globo a partir da Traffic. Em 2003, ele fundou a TV TEM, no interior de São Paulo – hoje a maior subsidiaria do grupo, cobrindo 318 municípios e 7,8 milhões de habitantes, alcançando 49% do interior paulista. J. Hawilla também comprou, em 2009, o "Diário de S.Paulo", mas vendeu o jornal logo em seguida.
Sonegação na Copa de 2002
A Rede Globo criou um "antecedente criminal" em sua relação comercial com a Fifa, intermediada por empresas como a Traffic. A emissora disfarçou a compra dos direitos de transmissão dos jogos da Copa do Mundo de 2002, na Coreia do Sul e Japão, da qual o Brasil foi campeão.
A engenharia da Globo para disfarçar a operação envolveu dez empresas criadas em diferentes paraísos fiscais. Todas essas empresas pertencem direta ou indiretamente à Globo, segundo os documentos. O esquema funcionava de modo que o dinheiro para a aquisição dos direitos era pago através de empréstimos entre empresas pertencentes à Globo sediadas em outros países. Deste modo, a empresa brasileira TV Globo, não gastava dinheiro diretamente com a operação. Posteriormente, as empresas que detinham os direitos de transmissão eram compradas pela TV Globo.
“Essa intrincada engenharia desenvolvida pelas empresas do sistema Globo teve, por escopo, esconder o real intuito da operação que seria a aquisição pela TV Globo dos direitos de transmitir a Copa do Mundo de 2002, o que seria tributado pelo imposto de renda”, afirma em relatório do processo o auditor fiscal Alberto Sodré Zile.
A artimanha fiscal resultou na sonegação de R$ 183,14 milhões, em valores da época. Segundo a Receita Federal, somando juros e multa, o valor que a Globo devia ao contribuinte brasileiro em 2006 sobe a R$ 615 milhões.
Em 2013, o blog O Cafezinho divulgou 29 páginas do processo da Receita Federal contra a Rede Globo. O relatório divulgado comprova que as organizações Globo criaram um esquema internacional envolvendo diversas empresas em sedes por todo o mundo para mascarar a compra dos direitos da Copa de 2002. O objetivo principal seria o de sonegar os impostos que deveriam ser pagos à União em pela compra dos direitos (leia mais).
Via Bonner, Globo diz querer “futebol mais honesto”
A única manifestação da Rede Globo até o momento sobre o escândalo na Fifa foi um editorial lido por William Bonner no "Jornal Nacional" nessa quarta-feira, 27, quando a emissora ressaltou que apoia as investigações promovidas pela justiça americana.
"A TV Globo, que compra os direitos de muitas dessas competições, só tem a desejar que as investigações cheguem a bom termo e que o ambiente de negócio do futebol seja honesto. Isso só vai trazer benefícios ao público, que é apaixonado por esse esporte, e às emissoras de televisão do mundo todo, que como a Globo fazem um esforço enorme para satisfazer essa paixão", acrescentou Bonner.
No "Jornal da Globo" desta quarta (29), também disse que "não pesam acusações ou suspeitas sobre as empresas de mídia de todo o mundo que compraram desses intermediários os direitos de transmissão", caso da Globo.

Publicidade federal: Globo recebeu R$ 6,2 bilhões dos governos Lula e Dilma

Entre os jornais, O Globo foi o que mais recebeu verbas; revista Veja recebeu mais de R$ 700 milhões no período
por Redação — publicado 29/06/2015 16h36, última modificação 29/06/2015 16h37
Ricardo Stuckert/ Instituto Lula
Lula-e-Dilma
Ao todo, foram consumidos R$ 13,9 bilhões para veicular comerciais estatais no período do PT
Segundo dados divulgados nesta segunda-feira pelo UOL, a Rede Globo e as cinco emissoras de sua propriedade teriam recebido R$ 6,2 bilhões em publicidade federal durante os últimos doze anos de governo petista. A segunda maior verba foi destinada à Record: R$ 2 bilhões. De 2003 a 2014, o SBT recebeu R$ 1,6 bi, a Band, R$ 1 bi e a Rede TV! ficou com R$ 408 milhões.
O montante é ainda maior quando considerados os valores pagos às emissoras filiadas do Grupo Globo. Nessa mais de uma década a RBS recebeu R$ 63,7 milhões e a Rede Bahia, teve um faturamento de R$ 50,9 milhões. Outra, de propriedade do empresário José Hawilla, envolvido no escândalo de corrupção da Fifa, é a TV Tem, que teria faturado R$ 8,5 milhões.
Lula e Dilma investiram um total de R$ 13,9 bilhões para fazer propaganda em todas as TVs do país. A parte destinada somente às emissoras da Rede Globo representa quase metade desse total. Apesar disso, a porcentagem destinada à Globo tem sido reduzida.
Ao final do governo de Fernando Henrique Cardoso, em 2002, as emissoras globais detinham 49% das verbas estatais destinadas à propagada em TV aberta, chegaram a 59% durante o governo Lula e, no ano passado, a Globo ainda liderava com R$ 453,5 milhões investidos, mas do total, o valor representa 36%.
Outras plataformas
O meio Internet é o segundo que mais recebe dinheiro para publicidade estatal do governo. O maior portal do país, o UOL, que pertence ao Grupo Folha e recebeu 39,8 milhões de visitantes únicos em dezembro de 2014, teve R$ 14,7 milhões de faturamento. Já o G1 e o portal Globo.com que, somados, tiveram uma audiência de 34,1 milhões de visitantes únicos em dezembro de 2014, receberam R$ 13,5 milhões de verbas federais de publicidade nesse ano. O Terra e o R7 receberam 9 e 6 milhões de reais respectivamente.
Entre 2003 e 2014, os jornais impressos arrecadaram R$ 2,1 bilhões com propagadas de Lula e Dilma. Do total, R$ 730,3 milhões, 35%, foram destinados a apenas quatro publicações: O Globo, Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Valor Econômico. Essas mesmas publicações recebiam um volume de receita proporcionalmente igual entre 2000 e 2002, mesmo com FHC na presidência.
O jornal impresso agraciado com a maior verba em 2014 foi O Globo: R$ 21,5 milhões.
A versão digital desses impressos que mais recebeu verba em 2014 foi o jornal O Estado de S. Paulo, seguido por O Globo, com R$ 2,7 mi e R$ 2,4, respectivamente. A Folha de S. Paulo recebeu R$ 2,1 +milhões e o Valor recebeu R$ 288 mil, apenas 10,5% do valor destinado ao Estadão.
Entre as revistas, a semanal Veja recebeu R$ 19,9 milhões --o ano em que recebeu mais foi 2009, quando o governo federal lhe destinou R$ 43,7 milhões. No total, a revista já recebeu R$ 370,9 mi de Dilma e Lula. Abaixo dela vem a Época, com R$ 168, 4 mi, a IstoÉ, com R$ 145,4 mi e a CartaCapital recebeu R$ 61 mi, 16,4% do destinado à Veja.
Somando as verbas da publicidade feita por empresas estatais, Veja recebeu mais de R$ 700 milhões nos governos Lula e Dilma.
No governo Fernando Henrique, CartaCapital recebeu R$ 2,9 milhões em verbas federais, contra R$ 89 milhões de Veja, R$ 45 milhões de Época e R$ 38 milhões da Istoé.

GLOBO É SALVA DA FALÊNCIA POR FERNANDO HENRIQUE CARDOSO (PSDB)

Em 2002, FHC salvou a Globo Cabo da falência
Em 2002, FHC salvou a Globo Cabo da falência – Crédito: Reprodução/Memória Globo
Não havia dúvidas sobre a amizade entre FHC e Roberto Marinho. Não foi à-toa que o então presidente da República salvou a Globo Cabos com empréstimo do BNDES em 2002.
O BNDES pode anunciar nos próximos dias uma operação financeira para capitalizar a Globo Cabo, a maior empresa de TV por assinatura do país, controlada pelas Organizações Globo. A operação foi revelada pela Folha no sábado e pode chegar a R$ 1 bilhão.
O banco oficial não entraria com a totalidade dos recursos. Os outros sócios da empresa -Microsoft, Bradesco, RBS e a própria Globo- também participariam do aumento de capital.
Não se trata da única operação em estudo ou andamento entre um banco oficial e o grupo empresarial carioca. O Banco do Brasil também avalia sua participação no refinanciamento da dívida das Organizações Globo. A Folha apurou que a operação poderá alcançar a cifra de R$ 2 bilhões.
O formato da operação não está definido. Uma das hipóteses mais prováveis é o Banco do Brasil atuar como uma espécie de avalista da Globo na operação de reestruturação da dívida. Com o aval do banco público, o grupo de empresas da família Marinho poderia tomar ou renovar empréstimos no exterior, seja por meio de financiamento direto ou lançamento de títulos. O Banco do Brasil não confirma e não nega oficialmente a operação.
De acordo com o que a Folha apurou, a Globo já discute o refinanciamento da dívida há cerca de dois meses. Foi com o objetivo de dar prioridade à reestruturação financeira do grupo que as Organizações Globo contrataram o economista Henri Philippe Reichstul, presidente da Petrobras até o começo deste ano.
No comando da estatal do petróleo, Reichstul foi o responsável por organizar grandes e bem-sucedidos lançamentos de títulos -captação de empréstimos- da Petrobras. A Globopar é a empresa que centraliza os investimentos das Organizações Globo em setores como telecomunicações, TV paga, internet, gravadoras e editoras.
A frente BNDES
A operação de capitalização com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o BNDES, depende ainda da aprovação do seu quadro de técnicos. Teria papel importante no encaminhamento dos problemas financeiros das Organizações Globo, cuja dívida chega a cerca de R$ 1,8 bilhão.
A notícia da operação envolvendo um banco oficial caiu como uma bomba no mercado. A reação mais enfática veio das redes de televisão.
“É um espanto que uma operação desse vulto, envolvendo a Globo e o governo federal, aconteça a menos de três meses de uma campanha eleitoral”, diz Antonio Teles, vice-presidente da Rede Bandeirantes.
“A Globo Cabo nasceu fundada em financiamento externo. Por erros financeiros, atitudes perdulárias, o negócio desandou. Qual é a responsabilidade do povo brasileiro, a quem pertencem os fundos do BNDES, para ser chamado a salvar um naufrágio desses?”, completa Teles.
A Folha apurou que, há três meses, a Bandeirantes fez uma consulta formal ao banco sobre a disponibilidade de abertura de linhas de financiamento. Ouviu como resposta que o BNDES não opera com empresas de mídia.
O SBT, que tem dois pedidos de financiamento não atendidos no banco, não se manifesta oficialmente sobre a operação da Globo Cabo. Um dos executivos da empresa afirmou à Folha, no entanto, que a operação causa perplexidade, pois o país estaria pagando a conta de erros empresariais.
A Globo Cabo não se manifesta sobre a operação. O Ministério do Desenvolvimento, a quem o BNDES é subordinado, dá aval à negociação, mas não se manifesta oficialmente sobre o assunto.
Dono de cerca de 5% das ações da Globo Cabo, o BNDES pode fazer um aporte de capital maior do que a sua participação atual na empresa.
“Todos os sócios devem participar da capitalização, mas não necessariamente nas mesmas proporções”, revelou à Folha um dos envolvidos na negociação.
Segundo o jornalista Paulo Henrique Amorim, do UOL News, o banco entrará com R$ 800 milhões na operação.
Ao mesmo tempo em que os acionistas discutem a injeção de dinheiro na Globo Cabo, seus representantes tentam renegociar os débitos que a empresa tem com instituições privadas.
Com 35.000 km de cabos instalados e 1,5 milhão de assinantes, a Globo Cabo investiu o equivalente a US$ 2 bilhões no negócio, mas só teve prejuízos até agora.
Em outubro passado, Roberto Irineu Marinho, vice das Organizações Globo, admitiu que poderia vender uma parte da empresa, perdendo o controle acionário.
Grande parte do crescimento da empresa foi financiada com empréstimos externos. As desvalorizações cambiais que aconteceram a partir de 99 tornaram o endividamento da empresa praticamente insuportável. A maior parte da dívida de R$ 1,8 bilhão está atrelada ao dólar.
Para agravar o quadro, o desempenho do mercado de TV por assinatura está aquém do esperado. O total de assinantes no país é de 3,6 milhões de pessoas, quando se previa, pelo menos, o dobro.
Fonte: Folha de S.Paulo 12/03/2002


FALÊNCIA DA REDE GLOBO!


Segundo empresa de auditoria no ramo financeiro, dívida da Rede Globo ultrapassa os três bilhões de reais

Por redação, texto por Romero

A astronômica dívida da Globo, segundo relatório da Price Waterhouse Coopers – Auditores Independentes, assinado por William J.N. Graham, no início de 2002 era de TRÊS BILHÕES, QUINHENTOS E OITENTA E TRÊS MILHÕES DE DÓLARES. Ou seja, mais de DEZ BILHÕES de reais. Onde as três maiores empresas devedoras são: Globopar, Globo Cabo, Net Sat, que representam cerca de 90% da dívida e onde aparece com destaque até a irresponsável e perdulária Editora Globo, de crônico e sistemático prejuízo, com cerca de 3% do total da dívida.
A única empresa da Rede Globo que, com muita dificuldade, poderia fazer frente a esta fabulosa dívida, e que é lucrativa de verdade, é a TV Globo. Entretanto, nem a TV Globo, com seus seiscentos milhões de dólares anuais, pouco ou nada poderia fazer para salvar o Império Globo da falência. Pois se dos seiscentos milhões de dólares a TV Globo reservar 120 milhões por ano, cerca de 20% (vinte por cento), para amortizar principal e juros, levaria mais de trinta anos para amortizar a fantástica dívida que sufoca e mata a Globo aos poucos.
Vale repetir, com recursos próprios é inimaginável a Globo saldar tão astronômica dívida. Só o governo, através do BNDES, Caixa Econômica, Banco do Brasil, Banco Central, fundos orçamentários e demais verbas públicas é que podem salvar a Globo da irremediável falência.
Mas como a Globo chegou a este ponto? A Globo não é competente?
Arrogância, burrice, arrogância, burrice, arrogância e administração ruinosa e irresponsável. Estes foram os fatores que levaram a Globo ao estado à beira da falência.
Gênios incompetentes de plantão, cujo único predicado é a arrogância, imaginaram um golpe “formidável” de dominar o Brasil inteiro pelo sistema de transmissão a cabo, sufocando e solapando, assim, os demais meios de comunicação do país.
Eu ri muito quando soube dos megalomaníacos planos da Globo, e disse que a Globo iria trabalhar com tecnologia ultrapassada (cabo) e que iria ficar com o cabo (?) preso no poste ao tentar cabear o Brasil inteiro nesta loucura que só um gênio incompetente, arrogante e irresponsável poderia imaginar.
Não deu outra. Foi o maior fracasso da história da televisão no mundo. Até mesmo Bill Gates, que num primeiro momento cogitou participar do empreendimento faraônico, quando viu a loucura que a Globo estava se metendo estacionou em 3% a sua participação e deixou a Globo se esborrachar sozinha neste delírio de faraó tupiniquim.
Encalacrada com uma fabulosa e irresponsável dívida para viabilizar o delírio do domínio do país e dos meios de comunicações pela tv a cabo, a Globo, correndo desesperadamente atrás de dinheiro, viu no BNDES a saída mais rápida e viável para a sua aflição. Mas como sempre com artifícios e ilegalidades, a começar pelo fato do BNDES não poder se relacionar com a Globo Cabo pois a legislação não permite associação do BNDES com empresa de telecomunicação. Mas ardilosamente, fraudulentamente, a Globo Cabo está registrada como empresa de tecnologia e não como empresa de telecomunicação, que de fato é.
Choveram denúncias e mais denúncias contra a participação do BNDES na operação para salvar a Globo da falência, e em meio a uma seara desordenada de denúncias e oposições à questão BNDES, o jornalista Hélio Fernandes, em 14/03/2002, na Tribuna de Imprensa foi categórico: “Deveriam ouvir Roméro Machado, que publicou o imperdível “Afundação Roberto Marinho”. Ali está contada de forma irrespondível, a força que a Organização sempre teve na Justiça”. E, de fato, numa seqüência de denúncias sérias e fundamentadas foi colocado nos meios de comunicação a impossibilidade e a ilegalidade da associação Globo / BNDES. E com isso a operação salvação da Globo foi parcialmente abortada. Mas é bom manter os olhos permanentemente abertos, pois a Globo continua com uma dívida impagável e o governo (federal, principalmente) vive sempre debaixo de muitos escândalos. E numa dessas a Globo faz o que sempre fez… negocia favores de salvação do PT em troca de sua própria salvação.

Romero trabalhou como Auditor na Rede Globo e Controller da Fundação Roberto Marinho e é autor do livro: “Afundação Roberto Marinho. ”


LINK COM VÁRIOS ARTIGOS MOSTRANDO OS PODRES DA EMISSORA QUE SE ACHA NO DIREITO DE LIDERAR OS PROTESTOS CONTRA CORRUPÇÃO NO BRASIL:
https://fichacorrida.wordpress.com/category/rede-globo-de-corrupcao/

 http://limpinhoecheiroso.com/2013/12/11/credores-norte-americanos-pedem-falencia-de-empresa-da-rede-globo-nos-eua/

3 comentários:

  1. Camila Pitanga/PT X Domingos Montagne---- Pitanga assassina X assassinado afundou!!!
    LULA X GLOBO------ cadeia X corrupção faliu !!! ( LAVA-JATO)

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  2. para POLICIA FEDERAL: A Pitanga tem "lavagem cerebral", e filiada ao PT desde a adolescência, sua madrasta petista, ministra do ex presidente Lula. Camila Pitanga assassinou Domingos Montagne empurrando-opra dentro do rio.(,após um "pó na bebida"?)

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  3. Não há dúvidas de que a Rede Globo vai apoiar o Governo que anistiar essa dívida milionária e vai usar o poder de propagar essa ideia ao público que a assiste (95% da população brasileira). Estamos ferrados mesmo!

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