quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Acordos nos aproxima da realidade profética de Ezequiel 38 e 39




Como é bom ler um texto coerente, atual e inspirado pelo Espirito Santo!

Esse texto converge com nossa opinião, Últimos Acontecimentos, sobre Gogue e Magogue.
Gogue e Magogue descrito em Ezequiel 38 e 39 é uma dessas passagens fascinante sobre os últimos dias, nela descreve que um grande reino, ao extremo norte de Israel, se levantaria contra Israel mas seria impedido pela mão do Deus de Israel.
Muitos indicam que este famigerado reino seria a Turquia outros a Rússia. 
Com os atuais acontecimentos fica claro para nós, Últimos Acontecimentos, que este reino será a Rússia.
Motivos não faltam: 
Juntamente com a China, a Rússia hoje está na contramão da ordem mundial, se opondo aos interesses ocidentais e até a poderosa OTAN.
A Rússia possui um grande e poderoso exército, munido com um grandioso e temido arsenal nuclear.
A Rússia possui um grande ódio por Israel, fruto dos acontecimentos durante a guerra fria, da antiga União Soviética.
Aliados Russos: Irã e Síria.
Interesses russos opostos aos interesses israelenses.
Leia o artigo a seguir retirado do site Shalon Israel e tire suas próprias conclusões.

 
O anúncio feito ontem pela Rússia do todo-poderoso Putin, de que levantará o embargo à venda ao Irã de mísseis terra-ar S-300, após 5 anos de embargo, é obviamente a confirmação de que as aberturas políticas de Hussein Obama para com o Irã não só são uma perigosa idiotice, como abrem a porta para que a rival Rússia possa estreitar os seus laços econômicos e militares com o Irã, possibilitando a venda de mísseis com objetivos obviamente nada pacíficos...
 
Por outro lado, a venda destes mísseis ao Irã é um perigosíssimo avanço no caminho da guerra, uma vez que Israel tinha já considerado quaisquer fornecimentos destes mísseis ao Irã como um ultrapassar da "linha vermelha". Lembremo-nos que nestes últimos 2 anos Israel atacou e destruiu na Síria vários carregamentos de mísseis russos, de forma a impedir que tais equipamentos de defesa aérea e de anti-mísseis de cruzeiro se tornassem operacionais.
 
 
 
Apesar de alguns comentadores acharem que Israel só atacará o Irã se estiver com "a corda ao pescoço", a verdade é que, por outro lado, o aperfeiçoamento dos sistemas de defesa anti-aéreos por parte do Irã poderá anular um provável ataque aéreo de Israel às instalações nucleares iranianas...
 
Os sistemas atuais do Irão não conseguem impedir os ataques israelitas, mas com a ajuda da "amiga" Rússia, as coisas podem mudar drasticamente.
 
Israel já reagiu a este desenvolvimento, afirmando que a venda deste equipamento militar ao Irã "é o resultado direto" do acordo recente feito entre as grandes potências e o Irã.
 
Para Israel, este perigoso avanço é o fruto da "legitimidade" que o Irã conseguiu obter deste recente acordo nuclear, provando desde já que o levantamento das sanções não será aproveitado pelo Irã para melhorar as condições de vida do seu povo, mas antes para a compra massiva de equipamento militar...
 
IRÃO APROXIMA-SE PERIGOSAMENTE DE ISRAEL
 
A meio da cegueira coletiva dos líderes mundiais, o Irã, aproveitando-se da "generosidade e boa fé" dos mesmos, vai-se movendo cada vez mais na direção do seu alvo final: a completa destruição do estado de Israel.
 
Através do armamento do grupo Hezbollah, instalado na fronteira Norte de Israel, o Irã prepara-se para um conflito de grandes dimensões com Israel. O rearmamento do grupo terrorista islâmico Hezbollah pelo Irã tem-se desenvolvido nestas últimas semanas, perante o silêncio mundial, especialmente o do novo amigo do Irã, o atual presidente norte-americano Hussein Obama.
 
 
Sabe-se também que nestes últimos meses delegações iranianas têm chegado à Faixa de Gaza. Para além disso, há informações que revelam o fornecimento de armas iranianas aos militantes islâmicos do Hamas, na Faixa de Gaza.

Segundo informações dos peritos israelitas, o levantamento das sanções ao Irã permitirá ao país receber bilhões de dólares que serão mais do que provavelmente utilizados para o financiamento dos grupos terroristas islâmicos Hezbollah e Hamas, com o objetivo de combater Israel. 
 
Nestes últimos meses o Irã tem também tentado estabelecer uma frente nos Montes Golan diretamente direcionada ao território israelita. 

TURQUIA APROXIMA-SE DO IRÃ...
 

 
Somente os estudiosos das profecias bíblicas poderiam antever esta recente reaproximação entre estes dois países unidos pelo ódio a Israel, mas desunidos nas suas posições quanto à fé islâmica.

Enquanto o Irã é predominantemente xiita, a Turquia é maioritariamente sunita, encontrando-se por isso em linhas antagônicas face ao atual conflito no Médio Oriente.

O caso mais visível é o da Síria, em que o regime turco de Erdogan quer ver o ditador sírio Bashar al-Assad de lá para fora, apoiando por isso os grupos armados rebeldes, enquanto que o regime dos ayatollahs iranianos continua a dar apoio ao atual regime sírio.

E as posições são também opostas não só no conflito do Iraque, mas também na atual ação militar a decorrer no Iêmen, em que a Turquia apoia a Arábia Saudita sunita à frente da confederação de países árabes que atacam os rebeldes houthis apoiados pelo xiita Irão. 

Mas, apesar de todas estas diferenças e posições, os interesses econômicos falam mais alto... 
 
 
O presidente turco Erdogan, nesta sua visita a Teerã, aproveitou para reforçar os laços econômicos entre as duas potências, especialmente nesta altura em que as sanções econômicas impostas sobre o Irã estão sendo levantadas. As previsões são que até ao final do ano as transações comerciais entre os dois países atinjam os 30 bilhões de dólares. A Turquia está particularmente interessada no gás natural e no petróleo do Irã, certamente vendido a preços baixos. 

A opinião dos analistas políticos é que esta visita de Erdogan ao Irã serviu para colocar o relacionamento entre os dois países no trilho certo...

EZEQUIEL 38 & 39?

As profecias relacionadas com os "últimos dias" revelam uma invasão militar de Israel liderada por Gog e Magog (provavelmente a Rússia atual) à frente de uma confederação de países de toda aquela região, entre os quais se destacam Togarma (atual Turquia) e a Pérsia (atual Irão). 

Até há bem pouco tempo atrás, Israel e a Turquia desfrutavam de excelentes relações políticas e comerciais. Tal não é o caso atual, com um presidente anti-semita profundamente islâmico à frente dos destinos do país.
 
Era necessário que assim fosse...

Também não se previa que dois países - Turquia e o Irã - tão divididos religiosamente, se pusessem lado a lado no âmbito das relações comerciais e provavelmente políticas. Mas era necessário que assim fosse...

Com tal alinhamento profético, pouco restará para o início do conflito. O rastilho parece já estar aceso...
Fonte: Shalon Israel.

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