domingo, 8 de março de 2015

117- PROVANDO QUE A TELEVISÃO FAZ MAL À SUA SAÚDE!




4 provas científicas de que a televisão estraga sua vida

Carol Castro 26 de novembro de 2013
http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/4-provas-cientificas-de-que-a-televisao-estraga-sua-vida/?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_super


OPINIÃO: 
EU ESTOU SEM TELEVISÃO POR 2 ANOS E SÓ TENHO A DIZER: "GRAÇAS À DEUS!"
MAIS TEMPO COM A FAMÍLIA, MENOS ESTRESS, MENOS MANIPULAÇÃO...
SÓ TENHO BENEFÍCIOS FICANDO SEM VER TELEVISÃO. SEM DIZER QUE NÃO ME TRANSFORMO EM UM SER RETARDADO E MASSA DE MANOBRA DE EMPRESAS, MODA, PROGRAMAS ETC...
FAÇA O TESTE E FIQUE SEM TELEVISÃO E VERÁ OS BENEFÍCIOS EM SUA VIDA! 
                                                                                                              ANDRÉ DE MORAES.
Estraga mesmo, mexe com seu cérebro e muda sua vida. E essas mudanças começam cedo, lá na infância, quando você mal consegue entender o que aquele pessoal da telinha tá falando. É o que garante a ciência… Dá uma olhada.


TRANSFORMA VOCÊ NUMA CRIANÇA PIOR


Palavra da pesquisadora Linda Pagani, da Universidade de Montreal, que coletou dados de 1,3 mil crianças. Quando os pequenos estavam com 2 anos e meio, a pesquisadora perguntou aos pais quanto tempo as crianças passavam em frente à televisão. E repetiu a pergunta quando eles estavam com 4 anos. Em seguida, mediu os índices de massa corporal (IMC), entrevistou os professores e analisou os hábitos saudáveis de cada um. E crianças fãs de tevê se saem pior em matemática, têm preguiça de exercícios físicos, se comportam mal na sala de aula, comem mal, e são mais gordinhos. Não importa o conteúdo: só o ato de ver muita tevê aos 2 anos influencia sua vida mais pra frente.

DEIXA VOCÊ SEM FOCO…


O pessoal da Universidade Estadual de Iowa descobriu que alunos que veem televisão 2 horas diariamente têm o dobro de chances de ser diagnosticado com problemas de atenção. Para chegar à conclusão, eles acompanharam o desempenho de mais de mil alunos da terceira a quinta série. E, sim, a tevê parece mudar o funcionamento do cérebro a ponto de deixar você bem mais desatento.


 …OBESO…
 
Não importa se você pratica ou não algum tipo de atividade física, ver muita televisão vai deixar você mais gordo. Pesquisadores da Universidade de Vermont pediram a 36 voluntários, todos acima do peso ou muito obesos, para usar um dispositivo de monitoramento de atividades por 6 semanas. Durante este período, 20 participantes foram obrigados a diminuir a quantidade semanal de tevê. Esses queimaram, em média, 120 calorias a mais por dia do que os outros – e sem fazer nem sequer um único polichinelo.

…E VIOLENTO


Outros pesquisadores acompanharam por 17 anos a vida de 700 crianças. E descobriram que 22,5% das crianças que viam de duas a três horas de televisão por dia viravam jovens mais violentos: cometiam mais assaltos e brigavam mais nas ruas. Em contraste, só 5,7% das crianças que viam menos de uma hora diariamente viravam encrenqueiros.


Ver TV causa infertilidade

 

http://super.abril.com.br/ciencia/ciencia-maluca-ver-tv-causa-infertilidade-745812.shtml

Cientistas dizem que ficar sentado aquece o saco escrotal, o que atrapalha a produção dos gametas

por Carol Castro
Cientistas americanos mediram o nível de espermatozoides de 189 estudantes e perguntaram quantas horas eles passavam em frente à tevê. Quem assistia a 20 horas por semana (cerca de 3 horas por dia) tinha até 44% menos espermatozoides. Motivo: ficar sentado aquece o saco escrotal, o que atrapalha a produção dos gametas.

Fonte Physical activity and television watching in relation to semen quality in young men. Audrey Jane Gaskins e outros, Harvard School of Public Health

Veja quais são os males causados pelo excesso de TV

http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u2831.shtml

Cognição

A TV limita a imaginação por não exigir esforço das funções cognitivas. Deixar-se levar pelo que ela exibe, sem valer-se de uma escolha criteriosa, pode causar o empobrecimento psicossocial.

Depressão

Isolamento, uso de álcool e fumo e agressividade predominam em telespectadores contumazes, em comparação a telespectadores moderados, segundo pesquisas.

Funções cerebrais

Quando vista por mais de 20 horas por semana, a TV pode danificar as funções do lado esquerdo do cérebro, inibindo o desenvolvimento lógico-verbal --em crianças-- ou reduzindo-o --em adultos.

Leitura

Telespectadores assíduos tendem a ler mais vagarosamente do que usuários moderados, segundo pesquisas.

Obesidade

Mulheres adultas que assistem à TV por mais de três horas por dia são mais pesadas (30%) do que as que vêem menos de uma hora diária. Já os homens têm o dobro de tendência à obesidade do que os que não fazem da televisão um hábito compulsivo, aponta pesquisa.

Percepção

Diante da TV, os olhos ficam quase imóveis e desfocados na tentativa de captar a totalidade da imagem na tela. Essa prática em excesso pode enfraquecer ou inibir a capacidade de observação do que está ao redor do objeto focado.

Postura

Quanto mais tempo diante do aparelho, mais relaxado o telespectador fica e também mais ele se larga no sofá, no chão, ou seja, onde estiver. Resultado: coluna e articulações são prejudicadas por uma má postura.

Sexo

Se o casamento não vai bem, a TV pode servir de reforço, ocupando o "vazio" da relação. Muitos casais usam a televisão como desculpa para não ter relacionamento sexual.

Sono

O hábito de ver televisão à noite prorroga a ida para a cama, o que pode ser danoso para quem tem de acordar cedo. Nos EUA, cerca de metade dos americanos dormiriam mais cedo se não assistissem à TV. Dormir com o aparelho ligado é ainda pior: impede que se atinja o estado de sono profundo, fundamental para manter o equilíbrio orgânico -os flashes de imagem e a mudança de sons não acordam, mas mantêm o sono no estágio superficial.

Relações sociais

A telinha pode afastar a pessoa do convívio familiar (em algumas casas, cada um assiste à TV em seu quarto) e também dos amigos (há quem deixe de sair para ficar em casa com a TV).

Exclusivo em idosos

Colabora com o sedentarismo, deixando esse público mais sujeito a doenças degenerativas, como demência e Alzheimer, e ao aumento do risco de problemas cardiovasculares.

Televisão demais faz mal à saúde e pode viciar

ANA PAULA DE OLIVEIRA
 http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u2827.shtml

Para estudiosos da comunicação ou do comportamento humano, há uma diferença colossal entre assistir diariamente ao "Discovery Channel", por exemplo, e a um programa de auditório recheado de closes ginecológicos e/ou cenas de violência. Porém, seja qual for a qualidade do programa, o meio de comunicação, por si só, se consumido em excesso, é capaz de causar grandes estragos. No caso, certas funções orgânicas do telespectador, como as faculdades cognitivas ou até as articulações e a postura, é que são prejudicadas. E mais: a TV, tal qual o cigarro e o álcool, pode causar dependência.

Assim como o dependente de cocaína tem o impulso de cheirar mais para manter o estado de euforia, o telespectador contumaz sente necessidade de ficar grudado à TV para manter a sensação de relaxamento que o hábito produz. Essa foi a conclusão de um amplo estudo realizado pelos pesquisadores americanos Robert Kubey, diretor do Centro de Estudos de Mídia da Universidade Rutgers, e Mihaly Csikszentmihalyi, professor de psicologia da Universidade de Claremont.

Para o estudo, a dupla monitorou as ondas cerebrais, a resistência da pele e os batimentos cardíacos de voluntários diante da televisão. Sua principal contribuição foi explicar o que faz as pessoas se tornarem escravas da televisão.

Quando assiste à TV, a pessoa se sente relaxada, mas essa sensação se esvai tão logo o aparelho é desligado. Porém o estado de passividade e de diminuição de atenção permanecem.

Mas, claro, a televisão informa, diverte, entre outros atributos. E nem todo fã da telinha é viciado nela. Saber como se dá o poder de atração da TV sobre o telespectador pode ajudá-lo a exercer um controle sobre ela.

Em texto publicado na revista "Scientific American", a dupla de pesquisadores afirmou que participantes desse tipo de pesquisa comumente dizem que a televisão chupou-lhes a energia, deixando-os depauperados, com mais dificuldade em se concentrar. Muitos, diz o texto, também relatam melhora no humor após a prática de esportes. Mas, depois de ver televisão, o humor deles não se altera ou fica pior do que antes. Outra curiosa constatação da pesquisa: quanto mais tempo as pessoas passam diante da televisão, menos satisfação elas conseguem obter.

O tempo considerado ideal para manter corpo e mente ilesos dos danos que o excesso de TV pode causar é de uma hora diária, em média, segundo diversos estudos. "A média do brasileiro é de quatro horas e, em São Paulo, chega a seis horas diárias", diz Gabriel Priolli, crítico de televisão e presidente da Associação Brasileira de TV Universitária. Os europeus dispensam três horas e meia, os americanos, uma hora a mais.

Em entrevista por e-mail ao Equilíbrio, Robert Kubey alerta: "Se você assiste à televisão por cerca de três horas por dia, quando chegar aos 75 anos, você terá gastado nove anos inteiros da sua vida vendo TV. E, se dorme oito horas por dia, terá permanecido acordado apenas 50 dos 75 anos".

Segundo levantamento da ONU, 93% das crianças do mundo têm acesso à TV. E elas passam pelo menos 50% mais tempo ligadas ao aparelho do que em qualquer outra atividade não-escolar. Entretanto a TV não pode ser considerada o bicho-papão que "estraga" a criança. "É um companheiro dela e, muitas vezes, sua babá. É preciso que os pais limitem seu uso", diz Ana Mercês Bahia Bock, presidente do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo.

Doenças e morte: o verdadeiro mal que a TV causa



Venhamos e convenhamos, ninguém nunca afirmou que ver TV era saudável. Porém, só agora os médicos descobriram o quão ruim pode ser.
Dados de oito estudos recentes sugerem que, quanto mais você assiste TV, mais propenso fica a desenvolver uma série de problemas de saúde, e mais chances têm de morrer mais cedo.

Os estudos incluíram mais de 175.000 pessoas em todo o mundo e, geralmente, duraram entre 6 e 10 anos. Embora a concepção de cada estudo seja um pouco diferente, a maioria controlou uma longa lista de fatores de saúde (como o índice de massa corporal, níveis de colesterol e histórico familiar) em um esforço de identificar o efeito de assistir TV.
Segundo os pesquisadores, para cada duas horas adicionais que as pessoas passam coladas na TV em um dia típico, o risco de desenvolver diabetes tipo 2 aumenta em 20%, e o risco de doença cardíaca aumenta em 15%. E para cada três horas adicionais, o risco de morrer por qualquer causa salta para 13%, em média.
Segundo o cardiologista Stephen Kopecky, que não participou do estudo, o aumento do risco de doenças ligadas a assistir televisão é semelhante ao que você vê com colesterol alto, pressão arterial ou tabagismo. “A nova análise eleva a importância do estilo de vida sedentário como um fator de risco”, afirma.
Em todo o mundo, assistir televisão é uma das atividades que levam mais tempo, comparáveis a trabalhar e dormir. Os cientistas dizem que, não importa em que momento da vida você esteja, seja velho ou jovem, ver muita TV não é bom.
A conexão entre a TV e doenças não é um mistério. Assistir TV consome tempo de lazer que poderia ser gasto andando, fazendo exercícios, ou mesmo apenas se movimentando. Também tem sido associado a dietas pouco saudáveis, como muito açúcar, refrigerantes, alimentos processados e petiscos (que, talvez não por coincidência, são alimentos frequentemente encontrados em comerciais de televisão).
Além disso, alguns estudos sugerem que a postura sentada prolongada, além de seu impacto sobre os hábitos alimentares e exercício físico, pode causar mudanças no metabolismo que contribuem para níveis de mau colesterol e obesidade.
“É a síndrome do ‘batata de sofá’”, dizem os pesquisadores. “Essas pessoas são extremamente sedentárias, passam várias horas em um sofá assistindo TV, são muito passivas e seu gasto energético é muito baixo, mesmo comparado com outros comportamentos sedentários como sentar e ler, ou sentar enquanto dirige”, explicam.
Os cientistas falam que, hoje, os médicos podem não perceber um aumento dramático de doenças e morte como resultado de assistir TV em excesso, mas o efeito cumulativo pode ter um impacto importante na saúde pública a longo prazo.[CNN]


Transtornos causados pela televisão nas crianças

Quanto tempo uma criança pode ver televisão ao dia?

 http://br.guiainfantil.com/televisao/173-transtornos-causados-pela-televisao-nas-criancas.html


Exposição demasiada diante da televisão diminui a capacidade de concentração das crianças. Duas horas por dia diante da tela aumentam o risco de transtornos de atenção. As últimas investigaçoes revelam que os videogames também diminuem a capacidade de atenção. Pesquisadores da Nova Zelândia analisaram pela primeira vez os efeitos cognitivos a longo prazo das horas passadas diante da televisão na infância. Seus resultados indicam que o rendimento escolar pode ser refletido na adolescência.
As crianças que ficam mais de duas horas por dia diante da TV, quando cursam o primário, têm mais dificuldades de concentração ao chegar ao ensino médio do que aqueles que vêem pouca televisão. Assim demonstra o primeiro grande estudo que analisou os efeitos a longo prazo do abuso da televisão na infância sobre a capacidade de atenção.

Dificuldades de concentração e a TV

Os efeitos da televisao nas crianças
"Nosso estudo sugere que os pais deveriam tomar medidas para limitar o número de horas que seus filhos assistem televisão”, declarou por correio eletrônico, Bob Hancox, diretor do estudo, da Universidade de Otago (Nova Zelândia).
Segundo os resultados apresentados na revista médica Pediatrics, as crianças que vêem menos de duas horas à televisão por dia na infância, não aumentam seu risco de sofrer transtornos de atenção na adolescência. Mas a partir da terceira hora, o risco aumenta cerca de 44% por cada hora adicional que se passa cada dia diante da TV. “Os efeitos foram especialmente encontrados em crianças que assistiam à TV mais de três horas diárias”, destaca Hancox.
Crianças pequenas que passam mais de duas horas por dia assistindo à televisão correm duas vezes mais risco de desenvolver asma, de acordo com um estudo britânico publicado na revista de medicina respiratória Thorax.
Os cientistas dizem, contudo, que o problema se deve menos à TV em si e mais ao estilo de vida sedentário ligado ao hábito de assisti-la.
O estudo da Universidade de Otago (Nova Zelândia), se baseou em 1.037 meninos e meninas, que foram examinados a cada dois anos desde os cinco aos quinze anos como marco da pesquisa sobre desenvolvimento infantil e saúde.  
Entre outras perguntas, pediu-se aos pais e crianças que dissessem quanto tempo assistiam televisão. Para avaliar se sofriam algum problema de déficit de atenção, perguntou-se aos menores, assim como aos seus pais e professores, se somente conseguiriam manter-se atentos durante um tempo anormalmente curto, se tinham uma baixa capacidade de concentração ou se distraíam com facilidade.  Por exemplo, fizeram perguntas como: “Quando alguém fala contigo, custa prestar atenção a ela?”; “Ocorre com frequência começar os deveres e não terminar?”; “Você custa fazer os deveres se existem ruídos, ou algum tipo de atividade física na casa?”.

Estudos anteriores detectaram que o abuso da televisão na infância implica em problemas de déficit de atenção mesmo que ainda cursem o primário. Mas nenhum grande estudo havia analisado até agora se esses problemas perduravam até a adolescência. “Nossos resultados indicam que os efeitos da televisão sobre a capacidade de atenção são duradouros”, afirma Bob Hancox. Esses efeitos a longo prazo, foram comprovados em jovens que reduziram as horas de televisão antes de chegar ao ensino médio, mas os que apresentavam problemas relacionados com o abuso da TV na infância, se mantiveram.
Os pesquisadores alertam contra o costume de algumas famílias de ligar a televisão para que as crianças fiquem tranquilas, por exemplo, na hora do café da manhã. “A esses pais eu lhes diria que tratem de reduzir as horas diante da TV”, declara Hancox. “Além de tudo, as crianças conseguiam se entreter durante milhares de anos antes que a televisão fosse inventada”.

Efeitos dos videogames e computadores nas crianças

O estudo não analisou os efeitos dos videogames e dos computadores sobre o desenvolvimento das crianças e adolescentes porque a coleta de dados se iniciou antes do auge dessas novas formas de entretenimento. Mas os pesquisadores consideram que seus efeitos podem ser similares aos da televisão, porque o limite de duas horas diárias deve incluir todas as formas de ócio audivisual somadas. Assim, se uma criança passa uma hora com videogame, não é aconselhável que assista televisão mais de outra hora no mesmo dia.
Os dados do estudo não deixam claro de que modo o excesso de televisão afeta a capacidade de atenção, mas apontam várias hipóteses. Umas das que apresentam como mais provável é que as imagens televisivas, com seus estímulos constantes, podem fazer que, em comparação à vida real, pareça monótona, de modo que as crianças tendam a se aborrecer diante de atividades que têm ritmos mais lentos como assistir aula ou fazer os deveres. Outra possível explicação é que o cérebro infantil, ainda em formação, desenvolva-se de maneira inadequada ao serem estimulados em excesso pelas rápidas sucessões de imagens dos programas de televisão.

Existem ainda outras possibilidades: pode ser que ver televisão substitua outras atividades que favoreçam a capacidade de atenção, como ler, brincar ou praticar algum esporte, ou que a televisão favoreça a falta de atenção porque um pode sempre retomar o fio do programa mais tarde, ou que as crianças desatentas tenham mais preferência em ver televisão do que aquelas que não têm problemas de déficit de atenção. Ou todas juntas.
Em todo caso, a pesquisa não detectou que o abuso de televisão na infância afete ao risco de sofrer hiperatividade, a não ser unicamente aos transtornos de atenção. “Próximas investigações deverão clarear os possíveis mecanismos pelos quais a televisão cause problemas de atenção”, escrevem os pesquisadores no Pediatrics.

Tempo total passado diante da TV  

Os autores do estudo reconhecem que alguns programas de televisão são educativos e benéficos para as crianças. Mas “o tempo total passado diante da TV no nosso estudo, associa-se com piores resultados educativos, assim que está claro que a maior parte da televisão que as crianças assistiram, foi contraproducente para a educação”, adverte Hancox. Além disso, completa, “os efeitos da televisão sobre a capacidade de atenção podem não ter nada a ver com os conteúdos, mas estar relacionados com as bruscas mudanças de cena, característicos da TV; se isso é assim, inclusive os programas educativos, em excesso, seriam negativos para a capacidade de atenção”.
Comportamentos violentos, condutas sexuais de risco, baixo rendimento acadêmico, escassa auto-estima corporal, nutrição desequilibrada, obesidade e consumo de drogas, encabeçam a lista de problemas derivados de um consumo excessivo ou inadequado de programas de televisão na infância e na adolescência, adverte a Academia Americana de Pediatria (AAP).






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