quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

111- ESQUECERAM DO SUMIÇO DO AVIÃO DA MALAYSIA AIRLINES, EU NÃO!




Blackstone e Jacob Rothschild, beneficiários no desaparecimento do voo da Malaysia Airlines?

A busca internacional do vôo desaparecido MH 370 mostrou que Washington foi capaz de controlar a aeronave muito além do que admitiu até agora e que esperou uma semana antes de revelar o que sabia. A pesquisa mostrou também que a China não possui os portos de reabastecimento para implantar sua Marinha em uma área tão grande. Mas, além da notícia e das respectivas capacidades estratégicas que trouxe à luz, este desaparecimento enigmático tem feito pelo menos algumas pessoas felizes: Blackstone e Jacob Rothschild.


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Jacob Rothschild, Presidente do RIT Capital Partners e membro do Conselho Consultivo da Blackstone. Ele também atua como presidente honorário do Instituto de Pesquisa de Política Judaica.
No mundo tripolar geoestratégico pós-Crimeia dos EUA, Rússia e China, é imperativo testar a esmagadora campanha de notícias disinformativas do Ocidente contra os relatórios quase indispensáveis da multimídia do governo russo no site Russia Today (ver páginas publicadas em 22/03/14).
Como muitas vezes acontece em misteriosos "acidentes", o desaparecimento incomum do vôo MH 370 da Malaysia Airlines – cujas várias explicações falharam totalmente em satisfazer a qualquer um, menos ainda as pessoas chinesas afetadas – tem dado origem a inúmeras especulações, algumas um pouco selvagens e perturbadoras.
Enquanto a guerra das sanções pelos Estados Unidos e União Europeia contra Vladimir Putin estava no auge, a Russia Today escreveu em um artigo convincente que, quatro dias após o desaparecimento do vôo MH 370, uma patente para um semicondutor foi aprovada pelo Escritório de Patentes dos Estados Unidos [semiconductor: sólido cristalino de condutividade elétrica intermediária entre condutores e isolantes; pode ser tratado quimicamente para transmitir e controlar uma corrente elétrica - nt]. Teria uma guerra de patente sido desencadeada?
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De acordo com a Russia Today, o titular da patente do semicondutor é Jacob Rothschild, da dinastia controversa e muito-legendária de banqueiros.
A patente foi partilhada entre os cinco principais titulares, cabendo 20% a cada um: Freescale Semiconductor Company, localizada em Austin, Texas, com os outros quatro titulares sendo cidadãos chineses vindos da cidade chinesa de Suzhou, todos trabalhando para a companhia e a bordo do avião, juntamente com 16 outros funcionários dessa mesma empresa.
O jornal russo assinalou que se qualquer titular da patente morresse, os outros proprietários compartilhariam igualmente os dividendos do falecido, desde que o testamento não fosse contestado.
Com o desaparecimento ou assassinato dos quatro titulares chineses da patente, tem-se agora 100% da posse da patente nas mãos da Freescale Semiconductor Company baseada no Texas, que, por sua vez, parcialmente pertence ao sombrio Blackstone Group, uma firma nova-iorquina de investmento bancário e participações privadas de propriedade do banqueiro israelense-britânico Jacob Rothschild [1].
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Os inventores e os aplicantes eram os quatro chineses desaparecidos e o recipiente não é outro senão a Freescale Semiconductor. Que sorte!
Ênfase seja colocada sobre a identidade invisível da Blackstone, sua interconexão com a BlackRock e sua parceria com a Evercore Partnership que, coincidentemente, está por trás da privatização da PEMEX (Companhia de Petróleo Mexicano) [2].
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Verifica-se que a Blackstone gerou a BlackRock, que é comandada pelo cidadão de dupla nacionalidade, EUA-Israel, Larry Fink [3]. Além da interconectividade em escalões superiores entre, por um lado, Blackstone, BlackRock, Rothschild, George Soros, Scotiabank, Evercore Partnership, Protego e, por outro lado, Kissinger Associates e o polêmico grupo segurador AIG, cujo presidente é Maurice Hank Greenberg, outro cidadão de dupla nacionalidade, EUA-Israel, a identidade corporativa da Freescale Semiconductor justifica uma detalhada investigação.
Igualmente intrigante é que, entre os 239 passageiros, 20 eram funcionários do Pentágono, além do fato de que quatro dos passageiros estavam usando passaportes duvidosos.
Além das especulações inevitáveis, o que é relevante é que esses 20 funcionários do Pentágono eram provavelmente bem versados na arte da guerra eletrônica, tais como a evasão em matéria de detecção por sistemas de radar militares [4].
Um fato curioso também é que 20 dos passageiros desaparecidos a bordo do voo 370 eram empregados da Freescale Semiconductor, 12 originários da Malásia e 8 da China.
A Freescale Semiconductor vangloria-se de que seus dispositivos têm uma vasta gama de aplicações em comunicações no campo de batalha, em aviação, mísseis guiados, guerra eletrônica e identificação de amigo ou inimigo.
A controversa empresa em questão do Texas é uma das primeiras em semicondutores desse tipo no mundo, tendo começado como uma divisão da Motorola, a qual foi adquirida em 2006 por Blackstone, Grupo Carlyle e TPG Sovereign Capital.
O Grupo Carlyle encarna o nepotismo dinástico da família Bush e seus amigos Frank Carlucci (antigo Conselheiro de Segurança Nacional e ex-Secretário do Pentágono) e antigo primeiro-ministro britânico John Major [5], cujo representante no México é o controverso Luis Téllez Kuenzler, agora no comando da Bolsa de Valores, onde um número de estranhas interferências em preços de ações têm ocorrido.
A TPG Capital é uma poderosa empresa de investimento baseada em Fort Worth, Texas, presidida pelo americano-israelense David Bonderman cujos excessos extravagantes incluem pagar US$ 7 milhões para os Rolling Stones para comemorar seu aniversário de 60 anos, em 2002.
A Freescale Semiconductor é especializada em guerra eletrônica e tecnologia stealth ("manto"), utilizando estratégias de contramedida eletrônicas (ECM) aplicadas a radares: 1) interferência de radar; 2) mudança de destino, e 3) alteração das propriedades de energia elétrica do ar.
De acordo com o The Daily Beast, um ataque israelense ao Irã com o uso dessa tecnologia seria melhor do que ataques aéreos e provavelmente desencadearia uma guerra eletrônica contra todo o sistema elétrico do Irã: a Internet, as redes móvel e celular, e as frequências de emergência para os bombeiros e policiais.
O The Daily Beast afirma ainda que Israel desenvolveu uma arma capaz de imitar sinais de manutenção de celular, os quais efetivamente impedem as transmissões [6]. Na última década, Israel acumulou uma vasta gama de armas de alta tecnologia valendo bilhões de dólares que lhe permitem danificar, cegar e ensurdecer as defesas de Teerã, no caso de um ataque aéreo preventivo.
Melhor ainda: há uma nova tecnologia stealth que torna a aeronave invisível ao radar e a esconde do olho humano, enquanto a camuflagem de alta tecnologia pode criar campos eletromagnéticos, como discutido em military.com [7].
A China acusou os Estados Unidos de uma escalada em ataques piratas [8], ao mesmo tempo em que Pequim e Washington estão em uma corrida armamentista em tecnologia de camuflagem para fazer aviões invisíveis.
Apoderosa companhia militar britânica BAE Sistems-ligada à NSA, DHS e ao sinistro Wilson Center e implicada no fétido escândalo de Al-Yamamah- é dona da firma Adaptiv Program, fundada na Suécia, outra empresa especializada em tecnologia de camuflagem projetada para esconder veículos a motor, estendendo-se a barcos e helicópteros.
Será que vamos ver por tráz da caixa preta do vôo MH 370 as maquinações do sombrio financeiro Blackstone/rothschild BlackRock?



 Lee Hamilton, Presidente do Wilson Center. Este antigo congressista democrata resgatou Ronald Reagan do desastre político durante o escândalo Irã-Contras. No ano 2000, ele contribuiu para forjar o conceito colonial de "responsabilidade de proteger". Ele foi co-presidente da Comissão Presidencial de Inquérito sobre o 11 de Setembro que desviou a atenção do golpe, incidindo apenas sobre os ataques. Em 2006, ele foi co-presidente da Comissão Baker-Hamilton, que decidiu o corte militar no Oriente Médio.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


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