quinta-feira, 13 de novembro de 2014

79- Juiz de Direito de MG denunciou as Sociedades Secretas em 2009!


O Juiz de Direito da 2ª Vara Cível de Juiz de Fora (MG), Luiz Guilherme Marques, escreveu em 19 de Junho um artigo na revista jurídica Jus Vigilantibus, intitulado: “Associações Secretas Rondam Inclusive o Judiciário”, na qual denuncia os Illuminati, a Skull and Bones, o Grupo Bilderberg e a CFR, como sendo grupos cujo principal interesse é a abolição dos governos e sobre a sua infiltração em todos os ramos da sociedade inclusive na Suprema Corte americana e a possível infiltração no judiciário brasileiro.

Quanta coragem, meus parabéns. Se 10% de nosso judiciário estive ciente sobre estes interesses alheios a vontade do povo, com certeza nós teríamos um país muito mais justo. Segue abaixo o artigo em sua íntegra:

Associações secretas rondam inclusive o Judiciário

São as famosas, Illuminati, Skull & Bones, Bilderberg e a CFR, afirmando os entendidos que o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional foram criados por uma dessas associações.
Fazem parte pessoas do mundo das finanças, altos funcionários, grandes empresários e pessoas influentes, inclusive um membro da Suprema Corte dos Estados Unidos.
Seus integrantes são submetidos a uma iniciação cruel e mantêm os compromissos de sigilo e fidelidade absoluta, naturalmente que receando penas que chegam à morte.
Essas associações patrocinam eleições, edições de leis, tratados internacionais e tudo que facilite seu controle sobre a riqueza dos países.
Fundamenta-se na ambição de poder das pessoas voltadas muito mais para dominar do que em colaborar para o progresso das coletividades.
Em todos os setores da atividade humana há gente desse tipo, inclusive no próprio Judiciário, podendo acontecer de alguns chegarem a integrar alguma associação secreta de fins criminosos.
Nem todos os homens e mulheres que se destacam nos cenários local, regional, nacional ou mundial agem com idealismo e movidos por nobres intenções.
Podem acontecer, por certo, atos do Judiciário, do Legislativo e Executivo que favoreçam o capital estrangeiro em detrimento dos interesses nacionais, gerando o empobrecimento do nosso povo.
O fato do FMI estabelecer parâmetros para a Reforma do nosso Judiciário é significativo.
Alguém pode achar que esse tipo de coisa é fantasia de filme policial, mas trata-se da mais pura verdade.
Por isso, no caso do Judiciário, é importante que a seleção de magistrados seja da competência do próprio Judiciário, através de concursos públicos para ingresso na 1ª instância e promoção interna para a 2ª, 3ª e 4ª, abolindo-se o 5º constitucional e as escolhas pelos Governadores de Estado e Presidente da República.
Enquanto isso não acontecer, podemos ter surpresas desagradáveis no julgamento de alguns casos concretos e edição de alguma súmula vinculante altamente prejudicial.
Não estou afirmando aqui que tenhamos no presente alguém do Judiciário brasileiro vinculado a uma dessas associações, mas pode ser que venhamos a tê-lo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário