segunda-feira, 27 de outubro de 2014

76- E A TERRA ESTÁ AQUECENDO?


MAR DE GELO DA ANTÁRTICA ALCANÇA EXPANSÃO RECORDE!


Contra previsões de cientistas o gelo marinho ao redor da Antártica atingiu um novo recorde de extensão m 2014. Pois é, quando todas as previsões sobre os aquecimento global aponta um derretimento das calotas polares, dados de satélite mostram que nunca houve tanto gelo marinho na antártica!

Em 19 de setembro de 2014, a média de cinco dias de extensão do gelo antártico ultrapassou 20 milhões de quilômetros quadrados, este é um recorde histórica que pala primeira vez ultrapassou a medição feita em 1979, quando começou a série de dados confiáveis.

A tendência de aumento na antártica, no entanto, é apenas cerca de um terço da magnitude de gelo marinho perdido no oceano ártico. Segundo, Claire Parkinson, pesquisador da Nasa, o novo recorde de gelo marinho na Antártica reflete a diversidade e a complexidade dos ambientes da Terra.

O MAR DE GELO DA ANTÁRTICA E O AQUECIMENTO GLOBAL.

Assim como as temperaturas em algumas regiões do planeta estão ficando mais frias do que a média global, mesmo em processo de aquecimento global, o gelo marinho da Antártica tem com o passar dos anos contrariando a tendência global de derretimento de gelo.

Parkinson, afirma que “o planeta como um todo está fazendo o que se esperava em  termos de aquecimento.. O gelo marinho como um todo está diminuindo conforme o esperado, mas, ainda assim não há queda local da quantidade de gelo marinho”.

Desde o final da década de 1970, a ártico perdeu uma média de 53.900 quilômetros quadrados de gelo por ano. Já a antártica ganhou uma média de 18.900 quilômetros quadrados de gelo. Em 19 de setembro deste ano, pela primeira vez desde 1979, a estensão de gelo marinho ultrapassou 7.720.00 quilômetros quadrados, de acordo com dados do Centro de Estudos de Neve e Gelo da Nasa.

Segundo o instituto a extensão máxima média de gele na Antártica entre 1981 e 2010 foi de 7,23 milhões de quilômetros quadrados. A média da cobertura de gelo em cindo dias este ano alcançou um pico máximo em 22 de setembro, quando chegou a 7.760.00 quilômetros quadrados. Constituindo um ponto na série histórica de registros.

Ao mesmo tempo o gelo do Ártico atingiu um grau mínimo em dez anos. Porque que essas tendências vão em direção opostas? Pergunta-se os pesquisadores do instituto.

Um clima mais quente muda os padrões climáticos, disse Walt Méier, cientista psquisador do instituto. Ás vezes, esses padrões climáticos fazem com que ar mais gelado comece a se concentrar em algumas áreas. Ainda segundo Méier, como nenhuma barreira, diferentemente do Ártico, o gelo pode expandir-se facilmente.

Os pesquisadores também estão investigando uma série de outras explicações na extensão do gelo marinho antártico. Isso sugere, segundo pesquisadores da Nasa, que um sistema de baixa pressão centrada no Mar de Amudsen poderia estar intensificado ou mudando os padrões de vento e circulação de ar quente sobre a península antártica, ao mesmo tempo em que está jogando o ar frio do continente sobre o Mar de Ross.

Segundo Parkinson, “não houve uma explicação ainda que eu diria que se tornou um consenso”. Ainda segundo ele “o mar de gelo da Antártica é uma daquelas áreas em que as coisas não foram totalmente como esperadas. Potanto, é natural que os cientistas se perguntem “ok, isso não é o que esperávamos, agora, como podemos explicar isso?”


O mar de gelo da Antártida e o aquecimento global

Leia mais em: http://ciencia.me/8ez
O mar de gelo da Antártida e o aquecimento global

Leia mais em: http://ciencia.me/8ez
MAR DE GELO DA ANTÁRTICA ALCANÇA EXPANSÃO RECORDE!

Contra previsões de cientistas o gelo marinho ao redor da Antártica atingiu um novo recorde de extensão m 2014. Pois é, quando todas as previsões sobre os aquecimento global aponta um derretimento das calotas polares, dados de satélite mostram que nunca houve tanto gelo marinho na antártica!

Em 19 de setembro de 2014, a média de cinco dias de extensão do gelo antártico ultrapassou 20 milhões de quilômetros quadrados, este é um recorde histórica que pala primeira vez ultrapassou a medição feita em 1979, quando começou a série de dados confiáveis.

A tendência de aumento na antártica, no entanto, é apenas cerca de um terço da magnitude de gelo marinho perdido no oceano ártico. Segundo, Claire Parkinson, pesquisador da Nasa, o novo recorde de gelo marinho na Antártica reflete a diversidade e a complexidade dos ambientes da Terra.

O MAR DE GELO DA ANTÁRTICA E O AQUECIMENTO GLOBAL.

Assim como as temperaturas em algumas regiões do planeta estão ficando mais frias do que a média global, mesmo em processo de aquecimento global, o gelo marinho da Antártica tem com o passar dos anos contrariando a tendência global de derretimento de gelo.

Parkinson, afirma que “o planeta como um todo está fazendo o que se esperava em  termos de aquecimento.. O gelo marinho como um todo está diminuindo conforme o esperado, mas, ainda assim não há queda local da quantidade de gelo marinho”.

Desde o final da década de 1970, a ártico perdeu uma média de 53.900 quilômetros quadrados de gelo por ano. Já a antártica ganhou uma média de 18.900 quilômetros quadrados de gelo. Em 19 de setembro deste ano, pela primeira vez desde 1979, a estensão de gelo marinho ultrapassou 7.720.00 quilômetros quadrados, de acordo com dados do Centro de Estudos de Neve e Gelo da Nasa.

Segundo o instituto a extensão máxima média de gele na Antártica entre 1981 e 2010 foi de 7,23 milhões de quilômetros quadrados. A média da cobertura de gelo em cindo dias este ano alcançou um pico máximo em 22 de setembro, quando chegou a 7.760.00 quilômetros quadrados. Constituindo um ponto na série histórica de registros.

Ao mesmo tempo o gelo do Ártico atingiu um grau mínimo em dez anos. Porque que essas tendências vão em direção opostas? Pergunta-se os pesquisadores do instituto.

Um clima mais quente muda os padrões climáticos, disse Walt Méier, cientista psquisador do instituto. Ás vezes, esses padrões climáticos fazem com que ar mais gelado comece a se concentrar em algumas áreas. Ainda segundo Méier, como nenhuma barreira, diferentemente do Ártico, o gelo pode expandir-se facilmente.

Os pesquisadores também estão investigando uma série de outras explicações na extensão do gelo marinho antártico. Isso sugere, segundo pesquisadores da Nasa, que um sistema de baixa pressão centrada no Mar de Amudsen poderia estar intensificado ou mudando os padrões de vento e circulação de ar quente sobre a península antártica, ao mesmo tempo em que está jogando o ar frio do continente sobre o Mar de Ross.

Segundo Parkinson, “não houve uma explicação ainda que eu diria que se tornou um consenso”. Ainda segundo ele “o mar de gelo da Antártica é uma daquelas áreas em que as coisas não foram totalmente como esperadas. Potanto, é natural que os cientistas se perguntem “ok, isso não é o que esperávamos, agora, como podemos explicar isso?”

Mar de Gelo da Antártica alcança expansão recorde Escrito por: Cristiano Junta em Geografia, Notícias 17 dias ago Contra previsões de cientistas o gelo marinho ao redor da Antártica atingiu um novo recorde de extensão em 2014. Pois é, quando todas as previsões sobre o aquecimento global aponta um derretimento das calotas polares, dados de satélite mostram que nunca houve tanto gelo marinho na Antártica. Em 19 de setembro de 2014, a média de cinco dias de extensão do gelo marinho antártico ultrapassou 20 milhões de quilômetros quadrados, este é um recorde história que pela primeira vez ultrapassou a medição feita em 1979, quando começou a série de dados confiáveis. A tendência de aumento na Antártida, no entanto, é apenas cerca de um terço da magnitude de gelo marinho perdido no Oceano Ártico. Segundo, Claire Parkinson, pesquisador da NASA, o novo recorde de gelo marinho na Antártida reflete a diversidade e a complexidade dos ambientes da Terra. Mar de Gelo da Antártica alcança expansão recorde Mar de Gelo da Antártica alcança expansão recorde O mar de gelo da Antártida e o aquecimento global Assim como as temperaturas em algumas regiões do planeta estão ficando mais frias do que a média global, mesmo em processo de aquecimento global, o gelo marinho da Antártida tem com o passar dos anos contrariando a tendência global de derretimento de gelo. Parkinson, afirma que “O planeta como um todo está fazendo o que se esperava em termos de aquecimento. O gelo marinho como um todo está diminuindo conforme o esperado, mas, ainda assim não há queda local da quantidade de gelo marinho.” Desde o final da década de 1970, o Ártico perdeu uma média de 53.900 quilômetros quadrados de gelo por ano. Já a Antártida ganhou uma média de 18.900 quilômetros quadrados de gelo. Em 19 de setembro deste ano, pela primeira vez desde 1979, a extensão de gelo marinho antártico ultrapassou 7.720.000 quilômetros quadrados, de acordo com dados do Centro de Estudos de Neve e Gelo da NASA. Segundo o instituto a extensão máxima média de gelo na Antártica entre 1981 e 2010 foi de 7,23 milhões de quilômetros quadrados. A média da cobertura de gelo em cinco dias este ano alcançou um pico máximo em 22 de setembro, quando chegou a 7.760.000 quilômetros quadrados. Constituindo um ponto máximo na série histórica de registro. Ao mesmo tempo o gelo no Ártico atingiu um grau mínimo em dez anos. Por que essas tendências vão em direções opostas? Perguntam-se os pesquisadores do instituto. Um clima mais quente muda os padrões climáticos, disse Walt Meier, cientista pesquisador do instituto. Às vezes, esses padrões climáticos fazem com que ar mais gelado comece a se concentrar em algumas áreas. Ainda segundo Meier, como nenhuma barreira geográfica de terra limita a expansão do gelo marinho na Antártica, diferentemente do Ártico, o gelo pode expandir-se facilmente. Os pesquisadores também estão investigando uma série de outras explicações possíveis. Uma pista, segundo Parkinson, para explicar esse fenomeno poderia ser encontrada na Península Antártica. Essa porção de terra que se estende em direção à América do Sul esta tendo temperaturas mais altas do que no resto da Antártica. Isto provocaria o fato de que no Mar de Bellingshausen o gelo marinho esteja diminuindo. Em oposição, a região do Mar de Ross tem visto alguns dos maiores aumentos na extensão do gelo marinho antártico. Isso sugere, segundo os pesquisadores da NASA, que um sistema de baixa pressão centrada no Mar de Amundsen poderia estar intensificando ou mudando os padrões de vento e circulação de ar quente sobre a Península Antártica, ao mesmo tempo em que esta jogando o ar frio do continente antártico sobre o Mar de Ross. Segundo Parkinson, “Não houve uma explicação ainda que eu diria que se tornou um consenso”. Ainda segundo ele “O mar de gelo da Antártida é uma daquelas áreas em que as coisas não foram totalmente como eram esperadas. Portanto, é natural que os cientistas se perguntem ‘OK, isso não é o que esperávamos, agora, como podemos explicar isso?’”. Referencias NASA. Antarctic Sea Ice Reaches New Record Maximum. Diponível em . Acesso em 08 out de 2014. Compartilhe issoFacebookTwitterPinterestStumbleUponLinkedInRedditEmailGoogle+ Marcado em: Geociências Geofísica Escrito por Cristiano Junta 10 Comentários Borduna Out 14, 2014 at 10:25 E o aquecimento global? Responder celio Out 14, 2014 at 12:38 Esse aumento de massa de um lado e diminuição do outro, nao pode desestabilizar o eixo da terra? Responder Rodrigo Out 18, 2014 at 13:51 Celio, não tem aumento de massa nenhum, gelo é água, o que aumenta e diminui é o volume, nunca o peso. Responder Eduardo Colli Out 14, 2014 at 14:14 por isso mudaram o nome ‘aquecimento global’ para mudanças Climáticas, ninguém sabe o que está acontecendo. Responder Heverton Out 14, 2014 at 19:05 Mais uma prova de que não existe aquecimento global! Responder Almeida Out 18, 2014 at 9:04 Releia a matéria quantas vezes for preciso, até entender o que leu. Responder null Out 21, 2014 at 0:47 Sugiro que faça o mesmo, você também não entendeu.. Responder luiz Out 26, 2014 at 13:55 Isso é apenas uma prova de q existe. A Terra tinha um equilíbrio, agr n existe mais. O planeta está todo errado. .. seca, inundações, tempestades, migração de animais, etc tudo isso fora de época , na hora errada. Esse é só mais um fator q prova a falta de equilíbrio q o aquecimento ANORMAL está causando,. Responder Vanderson Out 21, 2014 at 13:26 Só sei que o homem tá destruindo a sua própria existência, acabando com seus próprios recursos naturais … a terra está aí a bilhões de anos, sempre mudando o clima de extremos à extremos… o mundo nunca irá acabar (só quando o SOL parar de brilhar, e isso ainda vai ter mais alguns bilhões de anos pra acontecer), o que vai acabar é o ser humano (um câncer desse planeta) e a maioria da vida contemporânea… mas tudo passa, tudo passará e o mundo irá se transformar mais uma vez… Responder RUY C.F. HENRARD Out 27, 2014 at 14:18 Americanos russos e franceses, fizeram milhares de testes nucleares no fundo do Oceano Pacifico nos anos 70, 80 e inicio dos anos 90, mas sobre isso os estudiosos não falam nada. Parece que são manipulados para desviar o assunto para um outro sentido. E é ai que esta a rais do problema. Quando se deram conta exagero de testes que estavam fazendo, já sabiam de antemão que o efeito negativo viria. Assim sendo, calcularam (equivocadamente) que o planeta esquentaria. Dai em diante, começaram a culpar o desmatamento da floresta amazonica pelo aquecimento global, pra desviar a atenção da verdadeira origem da mudança climática, que eles já sabiam que ocorreria.Equivocaram-se ao calcular que a terra esquentaria. Na verdade a terra esta esfriando, o que significa que o planeta esta ferido de morte, o que é pior ainda. Responder Comentar O seu endereço de email não será publicado. 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