sexta-feira, 26 de julho de 2013

49- "IGREJA" CATÓLICA DESEJA E ORQUESTRA UMA ECONOMIA GLOBAL! SEGUNDO AS PROFECIAS DO APOCALIPSE!



  Enquato bispos e pastores brigam pra ver quem cresce mais e quem fica com mais horários na televisão ou quem se interessa em comprar bancos pelo país (caso do falso pastor Edir Macedo), a alta cúpula da seita católica está tramando para que aja uma economia global e por alguem que possa controlar essa economia.
  Nós que conhecemos as verdades descritas na palavra de DEUS sabemos que isso são planos do espírito do anticristo pra um governo único global.
  Será que os mesmos membros que fazem fogueira santa de Israel, os que dão seu dízimo da lei, os irmãozinhos do reteté, os coxos e moribundos da Mundial e tantos outros crentes ignorantes estão a par de informações como essa, de que o governo do anticristo está se formando bem debaixo de nosso nariz em que eles percebem?
  Pois é, esse tipo de informação não ouvimos nos púlpitos nem nos altares das denominações evangélicas, tudo isso porque a maioria já apostatou da fé e estão seguindo ensinos de demônios.
  a notícia é antiga, de 2011. Se estavam cogitando essas atitudes naquela época, imagina como andam os planos deles hoje, 2013?
  Os links não são de sites evangélicos, pra alguém vir me dizer que é coisa de fanático religioso fundamentalista, um é do Uol e o outro é da Folha de São Paulo. Leiam e tomem as suas opiniões:

André de Moraes.


19/10/2011 - 16h33

Vaticano defende reforma do sistema econômico internacional  

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/993256-vaticano-defende-reforma-do-sistema-economico-internacional.shtml

DA ANSA, NA CIDADE DO VATICANO
O Vaticano informou nesta quarta-feira que é a favor de uma reforma do sistema econômico internacional e deseja a criação de uma autoridade pública "com competência universal".
A sala de imprensa vaticana anunciou que, na próxima segunda-feira (24), será apresentado um documento do Pontifício Conselho para a Justiça e Paz intitulado "Para uma reforma do sistema econômico internacional em perspectiva de uma Autoridade pública com competência universal".



A apresentação do documento será realizada pelo presidente do Pontifício Conselho para a Justiça e Paz, cardeal Peter Kodwo Appiah Turkson e o secretário do órgão, dom Mario Toso.
Recentemente, a Santa Sé realizou reformas em seu sistema financeiro, após a detecção de movimentações suspeitas que indicavam a possibilidade de estar havendo crime de lavagem de dinheiro em entidades bancárias do Estado.
Por conta das movimentações, a polícia italiana chegou a sequestrar 23 milhões de euros do Instituto para as Obras de Religião (IOR), o banco do Vaticano.
Desde abril, qualquer um que entra ou sai da Cidade do Vaticano deve declarar a quantia que porta à polícia local ou aos escritórios de combate à lavegem de dinheiro.

Vaticano defende autoridade mundial de finanças


CIDADE DO VATICANO, 24 OUT (ANSA) - O Vaticano pediu hoje uma "reforma do sistema financeiro e monetário internacional" e "uma autoridade pública universal" que governe as finanças do mundo.

A Santa Sé denunciou ainda o risco de surgir uma geração de "tecnocratas" que ignorem o bem comum e defendeu que se volte ao "primado da política" sobre "a economia e as finanças".

Como solução, a autoridade mundial da Igreja Católica propôs a criação de um banco central mundial que tenha "uma imposição realista" e "seja implementado gradualmente" para alcançar um sistema monetário e financeiro eficiente e eficaz, mercados livres e estáveis e disciplinados por um "adequado quadro jurídico".

Na visão do Estado católico, essa nova autoridade global das finanças deve nascer de um "acordo livre e dividido" e com uma "fase preliminar de concertação" para que a instituição seja "legítima" e esteja acima das partes integrantes.

A defesa foi feita pelo Pontifício Conselho Justiça e Paz no documento "Por uma reforma do sistema financeiro e monetário internacional na perspectiva de uma autoridade pública com competência universal".

O texto foi apresentado hoje em coletiva de imprensa pelo presidente e pelo secretário do conselho, cardeal Peter Turkson e o bispo Mario Toso.

Para as autoridades eclesiásticas, tem "lógica" a proposta de que essa nova autoridade mundial se desenvolva "tendo como ponto de referência a Organização das Nações Unidas [ONU]".

A Santa Sé citou que, após a crise do sistema de Bretton Woods, da padrão-ouro, o Fundo Monetário Internacional (FMI) perdeu sua característica de estabilizar as finanças mundiais, e "não se dispõe mais de um bem público universal do que a estabilidade do sistema monetário mundial".

O documento do conselho vaticano pede ainda que se reflita sobre medidas como a taxação de transações financeiras, formas de recapitalização dos bancos, também com fundos públicos, e "condicionando o apoio a comportamentos virtuosos e financeiros para desenvolver a economia real".

As autoridades católicas ainda criticaram a redução da "qualidade do crédito" e a tendência de definir estratégias de política econômica e financeira "dentro de grupos pequenos de países desenvolvidos", o que, segundo eles, não respeita o "princípio representativo, e particular dos países menos desenvolvidos ou emergentes".

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