quinta-feira, 20 de junho de 2013

34- QUEM DISSE QUE O PROJETO SE CHAMA "CURA GAY"?

EU QUERO AGORA QUE OS MILITANTES GAYS E OS IGNORANTES QUE APÓAIM AS CAMPANHAS GAYZISTAS  ME DIZEREM SEU O PROJETO DE LEI QUE FOI APROVADO PELO PRESIDENTE DO CNH, MARCOS FELICIANO, E DE AUTORIA DO DEPUTADO JOÃO CAMPOS (PSDB-GO) TEM COMO NOME "CURA GAY"? QUE EU SAIBA NÃO! O NOME DO PROJETO É ESSE: PDC 234/11 "protege psicólogos de serem punidos por tratarem de pessoas que por vontade própria buscam apoio para abandonar as práticas homossexuais". E: "Susta a aplicação do parágrafo único do art. 3º e o art. 4º, da Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 1/99 de 23 de Março de 1999, que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual".

OU SEJA, OS PSICÓLOGOS TERÃO O DIREITO DE EXERCER SUA PROFISSÃO E AJUDAR GAYS QUE NÃO ESTÃO SATISFEITOS COM A SUA HOMOSSEXUALIDADE, AFINAL DE CONTAS ELES TEM O DIREITO SE LIBERTAREM DESSA PRÁTICA! OU APENAS OS GAYS TEM DIREITOS? ACASO OS GAYS INSATISFEITOS COM SUA CONDIÇÃO NÃO TEM DIREITO DE ABANDONAR ELA?

EM MOMENTO ALGUM O MARCOS FELICIANO DISSE QUE ERA UMA "CURA GAY" COMO OS ESTÚPIDOS MILITANTES GAYS ESTÃO PROMOVENDO PELA NET. QUEM CAI NESSE CONTO PROVA QUE É DESINFORMADO E IGNORANTE E SE DEIXA LEVAR FÁCIL POR QUALQUER VENTO DE BOBAGENS.

TODO CRISTÃO SÉRIO E CONHECEDOR DA PALAVRA SABE MUITO BEM QUE HOMOSSEXUALIDADE NÃO É DOENÇA PORTANTO NÃO TEM CURA E SIM TRATAMENTO PSICOLÓGICO.
OS PROFISSIONAIS DA ÁREA TEM O DIREITO DE TRATAR OS QUE SE SENTEM INSATISFEITOS E INCOMODADOS POR ESSA SITUAÇÃO.

Fonte: http://networkedblogs.com/MkY5p

Comissão de Direitos Humanos aprova projeto que restaura liberdade para homossexuais buscarem ajuda psicológica

Julio Severo
A Comissão de Direitos Humanos e Minorias aprovou, nesta terça-feira (18), o projeto (PDC 234/11) que protege psicólogos de serem punidos por tratarem de pessoas que por vontade própria buscam apoio para abandonar as práticas homossexuais. O projeto, de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), foi aprovado em reunião tranquila.
O projeto suspende artigos da Resolução 1/99 do Conselho Federal de Psicologia que intimida e pune psicólogos. Um dos artigos ressalta que os psicólogos não podem colaborar com serviços que proponham tratamento para o abandono das práticas homossexuais. Outro artigo proíbe os psicólogos de falar publicamente que a homossexualidade é uma desordem psíquica. O relator, deputado Anderson Ferreira (PR-PE), votou pela aprovação do projeto.
O relator argumentou que as resoluções do Conselho de Psicologia estão tolhendo o direito do psicólogo de exercer sua profissão, e também o direito do paciente de buscar ajuda ou orientação. “O Conselho de Psicologia teve, por meio desses dois decretos, essa arbitrariedade. Por isso que o nosso parecer foi a favor do projeto, a favor de sustar essas duas resoluções do Conselho de Psicologia.”
O relator afirmou que já existe entendimento no Supremo Tribunal Federal de que toda iniciativa que restringe o exercício profissional é inconstitucional.
O projeto ainda tem que ser votado nas comissões de Seguridade Social e Família e de Constituição e Justiça e de Cidadania antes de ir a Plenário.

Militantes e aliados se queixam

Quem não gostou da aprovação foi Maria do Rosário, ministra da Secretária Especial de Direitos Humanos da Presidência da República. Ela criticou o projeto, dizendo: “Nós vamos dialogar com as bancadas e com os presidentes [das comissões], procurando que todos os brasileiros sejam respeitados, respeitadas. E afirmando que esse projeto não respeita os cidadãos brasileiros que são homossexuais. E é uma missão da área de direitos humanos garantir a todos os brasileiros e brasileiras os direitos iguais.”
Por homossexual, Rosário só se refere aos supremacistas gays, que exigem que nenhum homossexual comum tenha o direito e a liberdade de buscar ajuda. Em vez de se colocar do lado do homossexual comum, Rosário defende unicamente os supremacistas gays e suas exigências.
Ao defender o desrespeito ao homossexual comum e à sua liberdade de buscar ajuda, Rosário viola a razão, o bom senso e princípios democráticos que ela alega sustentar.
No entanto, ela viola muito mais. Em abril deste ano, depois que Rosário e outros ministros se juntaram à mídia esquerdista para atacar Marco Feliciano, a presidente Dilma Rousseff ordenou que todos eles parassem de se envolver com o caso Feliciano, a fim de não colocar risco seu governo e sua reeleição presidencial em 2014.
Aparentemente, a irracionalidade ideológica de Rosário está falando mais alto do que sua fidelidade às ordens de sua patroa.

Nenhum louvor de Clodovil e de homossexuais oprimidos

Nem mesmo um homossexual inteligente como Clodovil conseguiu vencer a irracionalidade da militante Rosário, que se manteve dura como pedra quando Clodovil explicou (veja este vídeo: http://youtu.be/F9Gk51EvGko), anos atrás, o valor da família.
Tal dureza e irracionalidade, porém, não impediram que um membro da bancada evangélica fosse autor de uma moção de louvor a Rosário.
Clodovil: um homossexual que não agradava a Rosário e os supremacistas gays


Sim, ela tem realmente recebido louvores — de todos os opressores que exigem que o homossexual comum não tenha o direito de buscar ajuda. Ela tem também recebido louvores deles por ter se oposto à defesa pró-família de Clodovil.
Mas dos oprimidos, ela não está ganhando elogio algum.
E se Clodovil estivesse vivo, ela não ganharia nenhum louvor dele. Clodovil era o único brasileiro que sabia lidar cara a cara com os supremacistas gays. Ele denunciava Marta Suplicy, considerada a rainha do movimento gay, por ver nela apenas uma oportunista — não muito diferente de Rosário.
Parabéns ao Dep. João Campos que, com seu projeto, se coloca ao lado dos oprimidos, não dos opressores.
Com informações do gabinete do Dep. João Campos.
 Fonte: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/TRABALHO-E-PREVIDENCIA/199469-PROJETO-SUSTA-RESOLUCAO-DE-PSICOLOGOS-SOBRE-PRECONCEITOS-CONTRA-HOMOSSEXUAIS.html


01/07/2011 - 17h59

Projeto susta resolução sobre psicologia e orientação sexual

 

Tramita na Câmara o Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 234/11, do deputado João Campos (PSDB-GO), que susta a aplicação de dois dispositivos da Resolução 1/99 do Conselho Federal de Psicologia, os quais orientam os profissionais da área a não usar a mídia para reforçar preconceitos contra os homossexuais nem propor tratamento para curá-los.
O primeiro dispositivo da resolução que o deputado quer sustar é o que diz que “os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades”.
O segundo dispositivo diz que “os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica”.
O projeto é uma reapresentação do PDC 1640/09, do deputado Paes de Lira (PTC/SP), arquivado no encerramento da última legislatura.
Restrições profissionais
Segundo João Campos, estas orientações do Conselho Federal de Psicologia “restringem o trabalho dos profissionais e o direito da pessoa de receber orientação profissional”.
Na avaliação do deputado, com esta resolução o Conselho extrapolou o seu poder de regulamentar e usurpou competência do Poder Legislativo, “incorrendo em abuso de poder, com graves implicações no plano jurídico-constitucional”.
João Campos sustenta que o decreto legislativo constitui instrumento apropriado para promover a sustação, tendo em vista que o Conselho Federal de Psicologia é entidade vinculada ao Poder Executivo.
Inovação jurídica
O deputado afirma que a intenção do decreto legislativo não é anular os dispositivos da resolução, mas apenas suspender a aplicação deles, “até que o problema seja resolvido no âmbito do Judiciário”.
Ele alega que os dispositivos “inovam a ordem jurídica ilegitimamente, pois cria obrigações e veda direitos inexistentes na lei aos profissionais de psicologia, em detrimento dos direitos dos cidadãos, ofendendo os princípios constitucionais da separação dos poderes, da legalidade e da liberdade de expressão”.
Tramitação
O projeto será examinado pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (inclusive no mérito) e votado pelo Plenário.

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